Fábrica da IMBEL® de Juiz de Fora recebe visita do governador Romeu Zema

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional IMBEL / Foto: Pedro Gontijo / Imprensa MG 09/10/2020

Na FJF, o governador foi recebido pelo Diretor Presidente da IMBEL®, General Aderico Mattioli e pelo Chefe de Fábrica, Coronel Clevis Pedro Cruz Melo. Para o General Aderico Mattioli, essa é mais uma oportunidade de apresentar as capacidades estratégicas e gerenciais da IMBEL®. “A FJF, integrante do complexo IMBEL, tem 86 anos e possui tecnologia própria para a fabricação de material de emprego militar e com qualidade assegurada por certificações e reconhecida nacional e internacionalmente. É a indústria nacional gerando empregos diretos e indiretos, garantindo a autonomia tecnológica e a soberania ao Brasil”.

Na visita o governador conheceu o portfólio das cinco Unidades de Produção da IMBEL®, as instalações da FJF, como área fabril, depósito, paióis e ainda o projeto de implantação de uma nova Planta de Carregamento (NPC).

O governador Romeu Zema, afirmou que ficou impressionado com a estrutura da FJF. “Chamou minha atenção também a tecnologia utilizada, uma tecnologia empregada por poucos países no mundo. Vamos avaliar o que o Estado pode fazer para a IMBEL ampliar o seu mercado. Hoje, toda a produção é voltada para o Exército Brasileiro. Atendendo novos mercados, a empresa terá condições de gerar mais empregos em Minas Gerais”, declarou.

 Sobre a IMBEL® – A Empresa completou 45 anos, no dia 14 de julho de 2020. Criada pela Lei nº 6.227, de 14 de julho de 1975, a IMBEL® é uma Empresa Pública Federal, vinculada ao Ministério da Defesa, por intermédio do Comando do Exército. Com mais de 200 anos,é creditada pelo Ministério da Defesa como a primeira Empresa Estratégica de Defesa (EED).

Atualmente, a IMBEL® tem sua sede instalada em Brasília (DF) e as seguintes unidades de produção: Fábrica da Estrela (FE), em Magé – RJ e Fábrica Presidente Vargas (FPV), em Piquete – SP, ambas especializadas na fabricação de explosivos e acessórios; Fábrica de Itajubá (FI), em Itajubá – MG, fabricação de armamento leve; Fábrica de Juiz de Fora (FJF), em Juiz de Fora – MG; fabricação de munições de artilharia, de morteiros e de carros de combate e Fábrica de Material de Comunicações e Eletrônica (FMCE), no Rio de Janeiro – RJ, especializada na fabricação de equipamentos de comunicações e eletrônica.

Seus principais produtos são: munições de artilharia, de morteiros e de carros de combate (FJF); pólvora, explosivos e acessórios (FE e FPV); equipamentos de comunicações e eletrônica (FMCE); fuzis, pistolas, carabinas (FI).

A IMBEL® gera mais 2.100 empregos diretos, sendo 958 em Minas Gerais; possui um faturamento médio de 120 milhões de reais por ano, sendo as Fábricas de Juiz de Fora e Itajubá as principais contribuidoras, gerando para Minas cerca de 30 milhões por ano de ICMS.

Sobre a Fábrica de Juiz de Fora – Destinada originalmente à produção de estopilhas e carregamento dos estojos e projéteis de artilharia e de bombas de aviação, foi lançada, em 09 de agosto de 1934, data oficial de sua criação, no Bairro de Benfica, em Juiz de Fora – MG, a pedra fundamental da então “Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia – FEEA”.

A unidade, nascida da concepção desenvolvimentista do governo Getúlio Vargas, marcou o início do processo de industrialização do País, cuja economia, até então, era fortemente dependente da economia rural. A fábrica passou a prover o Exército com a munição de grosso calibre necessária ao seu adestramento e à mobilização, evidenciada, anos mais tarde, com a participação do Brasil na II Guerra Mundial e com o fornecimento de grandes quantidades de munições à Força Expedicionária Brasileira (FEB). No ano de 1939, a unidade de produção teve sua denominação alterada para Fábrica de Juiz de Fora (FJF), designação mantida até os dias atuais.

Já como integrante da IMBEL®, na década de 1980, a FJF associou-se à extinta Engenheiros Especializados S.A – ENGESA, incorporando a tecnologia de montagem da família de munições de 90 mm utilizadas nas Viaturas Blindadas de Reconhecimento (VBR) CASCAVEL, adotadas pelo Exército Brasileiro e também exportadas para inúmeros países da África, Oriente Médio e América Latina. Esse período, tal como fora na época da Segunda Guerra Mundial, foi bastante produtivo, não só em virtude dos contratos celebrados entre a ENGESA e países do Oriente Médio, mas por grandes obras no complexo fabril, tais como a construção de uma planta de carregamento de explosivos por compressão e de novos paióis, a instalação de radiografia industrial e a transferência da planta de forjamento de granadas da Fábrica do Andaraí (antiga Fábrica de Projetis de Artilharia), para as dependências da Fábrica de Juiz de Fora, o que complementou ainda mais a sua produção.

A Unidade de Produção possui corpo técnico de elevado nível, constituída na sua maioria por oficiais do Quadro de Engenheiros Militares e é parte integrante do Sistema de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro, sendo seu braço fabril na área de munições pesadas e essencial para a mobilização da Força Terrestre. Atualmente a FJF conta com 255 integrantes, sendo a maioria empregados concursados.

FONTE: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL

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