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20/04/2017PROJETOS ESTRATÉGICOS auxiliam economia do País

Fonte: Indústria de Defesa & Segurança

Mais de 25 mil empregos diretos e indiretos são gerados pelas mais de 170 empresas, em maior parte brasileiras, envolvidas em apenas quatro dos 18 programas estratégicos do Exército BrasileiroSISFRONAstros 2020Guarani e Defesa Antiaérea. Os dados ajudam a ilustrar o atual impacto e o potencial que os programas, desenvolvidos a partir de demandas das Forças Armadas, têm na indústria de defesa nacional e na economia brasileira.

Segundo o Chefe do Escritório de Projetos do Exército (EPEx), General de Divisão Guido Amin Naves, os investimentos feitos nos programas estratégicos também geram uma relação produtiva que favorece a ciência e a inovação, envolvendo Exército, Academia e Indústria. “Isso gera uma série de externalizações importantes para toda a economia, além de tecnologias de emprego dual. Já temos muitos exemplos disso no mundo”, reforça.

Diversos produtos e serviços que hoje fazem parte do cotidiano foram desenvolvidos a partir de tecnologias que surgiram nas Forças Armadas, como o forno de micro-ondas, a Internet, o GPS e a fotografia digital. “Defesa e segurança não são só armas, não são só munições. É um segmento que envolve praticamente todas as cadeias da economia, que abrange alimentos, material de intendência, vestimenta, veículos, pneus, sistemas e cibernética”, descreve o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Carlos Frederico Queiroz de Aguiar.

Ele explica que as empresas nacionais do segmento estão otimistas com as mudanças anunciadas pelo Governo Federal, que devem diferenciar o segmento e facilitar créditos em instituições bancárias e instrumentos de garantia à exportação. “Isso passa a ser uma prioridade quando se entende que defesa e segurança são setores alavancadores que não só aumentam o PIB (Produto Interno Bruto), mas também trazem empregos qualificados, que são bem remunerados e trazem tecnologia para toda uma cadeia”, ressalta.

Atualmente, a indústria nacional de defesa e segurança representa 3,7% do PIB. “O Brasil tem plenas condições de ser autóctone em determinadas tecnologias, ou seja, assumir do começo ao fim a produção desses itens ou participar, integrando a cadeia produtiva, quando esse bem vier de fora”, garante Aguiar. Cabe ressalta que os acordos comerciais entre empresas do setor com outros países são tutelados pelo Ministério da Defesa.

FORÇAS ARMADAS